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Eclipses: as datas, e o que eles marcam no seu mapa

São de quatro a sete eclipses por ano, e 433 entre 1930 e 2025. Veja as datas até 2035, por que eles vêm de seis em seis meses e onde caem no seu mapa.

Por Shelly Gonella em Perguntas de quem está começando11 min de leitura

Quando é o próximo eclipse?

A conta é a mesma efeméride que calcula o mapa astral deste site, e a resposta sai do relógio do seu aparelho.

As datas dos próximos eclipses

Eclipse acontece em temporada, e são duas por ano. Cada temporada traz dois ou três eclipses em cerca de um mês, e depois o céu passa cinco meses sem nenhum. As horas abaixo são de Brasília e saem da mesma efeméride que este site usa para montar mapa.

DataQue eclipse éEm que signo cai
17 de fevereiro de 2026eclipse solar anularAquário
3 de março de 2026eclipse lunar totalVirgem
12 de agosto de 2026eclipse solar totalLeão
28 de agosto de 2026eclipse lunar parcialPeixes
6 de fevereiro de 2027eclipse solar anularAquário
20 de fevereiro de 2027eclipse lunar penumbralVirgem
18 de julho de 2027eclipse lunar penumbralCapricórnio
2 de agosto de 2027eclipse solar totalLeão
17 de agosto de 2027eclipse lunar penumbralAquário
12 de janeiro de 2028eclipse lunar parcialCâncer
26 de janeiro de 2028eclipse solar anularAquário
6 de julho de 2028eclipse lunar parcialCapricórnio
21 de julho de 2028eclipse solar totalCâncer

Repare na terceira coluna. Em 2026 e 2027 os eclipses caem em Aquário e Leão, em Virgem e Peixes; em 2028 já é Câncer e Capricórnio. Não é acaso, e a próxima seção conta o que decide isso — é a mesma coisa que decide POR QUE eles vêm de seis em seis meses.

Por que só há eclipse duas vezes por ano

Lua Nova acontece todo mês, e Lua Cheia também. Se bastasse isso, haveria eclipse doze vezes por ano de cada tipo. O que falta é altura.

A órbita da Lua é inclinada cerca de cinco graus em relação ao caminho do Sol. Na maioria das Luas Novas, a Lua passa por cima ou por baixo do Sol visto da Terra, e a sombra dela não encosta em nada. Só há eclipse quando a lunação acontece perto de um dos dois pontos em que as duas órbitas se cruzam — os nodos lunares, os mesmos do Nodo Sul no mapa.

Medido nos 433 eclipses entre 1930 e 2025: a Lua nunca estava a mais de 1,55 grau de altura no eclipse solar, nem a mais de 1,57 no lunar. O limite dela é cinco graus e pouco — ou seja, todos os eclipses acontecem dentro de uma faixa estreita em volta dos nodos, e é por isso que eles se agrupam em temporada.

A Terra passa por essa região duas vezes por ano, e o intervalo entre uma temporada e a seguinte é de 173,4 dias — medido nas 202 temporadas daqueles 96 anos, com o mais curto em 162,5 e o mais longo em 184,3. Duas temporadas somam 347 dias, e o ano tem 365: é por isso que as datas andam cerca de dezenove dias para trás a cada ano, e por isso os eclipses ficam anos seguidos no mesmo par de signos antes de mudar.

Eclipse não é acontecimento de década

Foram 433 eclipses entre 1930 e 2025 — média de 4,51 por ano. Sessenta e dois daqueles 96 anos tiveram exatamente quatro; vinte e dois tiveram cinco; nove tiveram seis; e só três anos chegaram a sete.

Isso muda o que a palavra consegue explicar. Um fenômeno que acontece quatro ou cinco vezes por ano não é a explicação de um ano difícil, e quem diz que "o eclipse mexeu com tudo" está falando de algo que acontece a cada onze semanas, em média.

O que quase não acontece é outra coisa: um eclipse solar TOTAL passando exatamente por cima da sua cidade. A faixa em que a totalidade é visível tem poucas centenas de quilômetros de largura, e ela cai quase sempre no mar ou em região sem gente. Foram 69 eclipses solares totais em 96 anos no planeta inteiro — a conta de quantos deles passaram no seu quintal é outra, e bem menor.

Os seis tipos, e o que muda entre eles

São três de cada lado, e a diferença é de geometria — não de intensidade simbólica. A contagem abaixo é dos mesmos 433:

Na astrologia, o que costuma pesar não é o tipo: é onde ele cai. Um penumbral no grau do seu Sol diz mais sobre o seu ano que um total do outro lado do mapa.

A tradição: o Saros dos caldeus

A previsão de eclipses é uma das coisas mais antigas que a astronomia sabe fazer, e ela começou como astrologia. Os astrônomos da Babilônia descobriram, antes do século VI a.C., que os eclipses se repetem a cada 6.585 dias e um terço — 18 anos, 11 dias e 8 horas. É o ciclo que hoje se chama Saros, e Ptolomeu já o registra no Almagesto.

O terço de dia é a parte interessante: como ele não fecha um número redondo de dias, o eclipse seguinte da mesma família acontece com a Terra girada um terço de volta — ou seja, em outra parte do planeta. São precisos três Saros, 54 anos, para um eclipse voltar mais ou menos à mesma região.

Na tradição, o eclipse sempre foi lido como marca de tempo: não a causa do que acontece, e sim o carimbo de um período. É uma leitura mais sóbria que a da internet, e é a que este site usa.

Onde o eclipse cai no SEU mapa

O céu é o mesmo para oito bilhões de pessoas, e o mapa não. O eclipse acontece num grau — 28 graus de Aquário, por exemplo. O que ele significa para você é o que você tem naquele grau: uma casa, um planeta, um ponto do seu mapa, ou nada.

Isso é o contrário do que o horóscopo de eclipse costuma fazer, que é dizer a mesma coisa para todo mundo do mesmo signo solar. Duas pessoas de Aquário com Ascendentes diferentes têm aquele grau em casas diferentes — numa é a casa do dinheiro, na outra é a do trabalho —, e a mesma Lua Nova eclipsada marca assuntos que não se parecem.

As três perguntas que fazem a diferença, e as três dependem de cálculo:

E a fase da Lua de cada dia, com a conta feita, está na aba lunar deste site — inclusive quando a Lua está eclipsada.

Veja em que casa o eclipse cai no seu mapa — o mapa é gratuito e sai na hora, com data, hora e cidade. Ele mostra as doze casas e o grau em que cada uma começa. Gerar o meu mapa de graça.

O que o cálculo mostra e a tabela de revista não

Três coisas, e as três saem da mesma varredura de 96 anos:

As datas desta página são de pico do eclipse, em horário de Brasília. O que você vê do céu depende de onde você está: um eclipse total do outro lado do planeta acontece de qualquer jeito, e simplesmente não aparece na sua janela. O grau em que ele cai, porém, é o mesmo para todo mundo — e é ele que o seu mapa lê.

Perguntas frequentes sobre eclipses

Quando é o próximo eclipse?

O bloco no alto desta página responde pelo relógio do seu aparelho, e a tabela abaixo dele traz as datas até 2035. Eles vêm em temporada: duas por ano, separadas por cerca de 173 dias, com dois ou três eclipses em cada uma.

Quantos eclipses acontecem por ano?

De quatro a sete. Foram 433 entre 1930 e 2025 — média de 4,51 por ano. Sessenta e dois daqueles 96 anos tiveram exatamente quatro, e só três anos chegaram a sete. Eclipse não é acontecimento de década: é rotina do céu.

Quanto tempo dura um eclipse?

No eclipse lunar total, a totalidade durou de 13 a 107 minutos nas 90 vezes que aconteceu entre 1930 e 2035, com média de 71 minutos — e a fase parcial em volta chega a quase quatro horas. No eclipse solar, a duração depende de onde você está: a faixa em que ele é total tem poucas centenas de quilômetros de largura.

Por que os eclipses acontecem de seis em seis meses?

Porque só há eclipse quando a Lua Nova ou a Lua Cheia acontece perto de um dos dois nodos lunares, e a Terra passa por eles duas vezes ao ano. O intervalo médio entre uma temporada e a seguinte é de 173,4 dias, medido nas 202 temporadas entre 1930 e 2025 — quase seis meses, e por isso as datas andam cerca de dezenove dias para trás a cada ano.

O que um eclipse significa no meu mapa?

Ele marca um grau, e o que importa é o que você tem naquele grau. O céu é o mesmo para oito bilhões de pessoas; o que muda é a casa do seu mapa em que o eclipse cai e o planeta que ele toca — e isso depende da data, da hora e da cidade em que você nasceu.

Perguntas de quem está começando

Os eclipses em resumo

Eclipse é rotina do céu, e o que não é rotina é onde ele cai. O grau é o mesmo para o planeta inteiro; a casa em que ele bate é sua. Veja o seu de graça aqui.

Insira seus dados de nascimento

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Como interpretamos seu mapa

Metodologia

A interpretação é desenvolvida segundo método Shelly Gonella, Astróloga renomada que não analisa uma posição isoladamente.

01

Cada leitura combina planeta, signo, casa, aspectos, regente da casa e posição do regente, identificando padrões que se repetem no seu mapa.

02

O resultado é uma interpretação integrada, criada para transformar informações astrológicas em clareza, compreensão real e aplicação prática.

Saiba mais

Já aconteceu de você entrar em um site de astrologia, gerar o seu mapa astral e começar a ler cada posicionamento separadamente?

"Lua em Peixes."

"Vênus em Gêmeos."

"Urano na Casa 7."

Você recebe dezenas de interpretações, mas, no final, continua sem entender como tudo aquilo se aplica à sua vida.

Pior ainda: muitas pessoas acabam concluindo que "a astrologia não funciona", quando, na verdade, o problema está na forma como o mapa foi interpretado. Um mapa astral não é uma coleção de significados soltos.

Na astrologia profissional, existe uma metodologia de leitura. Há uma ordem, critérios e diretrizes específicas que mostram quais elementos têm mais peso, como eles se relacionam entre si e quais padrões realmente se repetem. É isso que transforma informação em compreensão. Foi por esse motivo que desenvolvi o meu método de interpretação.

Em vez de simplesmente explicar o significado de cada planeta, signo ou casa, eu respondo à pergunta que realmente importa:

"O que eu faço com isso?"

Como esse posicionamento influencia meus relacionamentos? Minha carreira? Meus desafios? Meus talentos? Minhas decisões?

Porque a astrologia só faz sentido quando ela deixa de ser uma lista de características e passa a ser uma ferramenta prática para compreender quem você é, por que determinados padrões se repetem e como utilizar esse conhecimento para viver com mais consciência.

A maioria dos mapas explica o que você tem.

O meu método explica como tudo funciona em conjunto, quais são os padrões mais importantes do seu mapa e, principalmente, o que fazer com essa informação na prática.

Essa é a diferença entre ler um mapa astral e realmente compreendê-lo.

Cálculos astronômicos de alta precisão, verificados posição por posição para garantir a exatidão de cada signo, casa e aspecto do seu mapa.

Perguntas frequentes

Dúvidas sobre a sua leitura

Como funciona?

Você insere seus dados de nascimento e recebe gratuitamente o gráfico do seu mapa astral, com as posições dos planetas, signos, casas e aspectos. Depois escolhe a área que quer compreender primeiro: a interpretação escrita fica pronta em até 1 dia e abre na sua biblioteca, aqui dentro do site.

A interpretação é criada a partir do meu mapa?

Sim. O conteúdo é organizado a partir das posições reais dos planetas, signos, casas, aspectos e regentes do seu mapa astral — nunca de um texto padrão que serviria para qualquer pessoa com a mesma posição isolada.

Preciso saber a hora exata de nascimento?

Para o mapa gratuito, não: sem a hora ainda é possível calcular as posições dos planetas, mas o Ascendente e as casas ficam indisponíveis ou menos precisos. Para a interpretação comprada, sim — a hora é indispensável, porque é dela que saem o Ascendente, as casas e boa parte do que a leitura analisa. Se você não tem certeza do horário, consulte a sua certidão de nascimento antes de encomendar: sem ele o resultado sairia induzido ao erro.

Em quanto tempo recebo a minha análise?

Em até 1 dia depois de o pagamento ser confirmado — e normalmente bem antes. Ela abre sozinha na sua biblioteca, e você pode fechar a página enquanto espera.

Recebo um PDF? O acesso expira?

Sim, a interpretação fica disponível para baixar em PDF. E o acesso não expira: depois da compra ela permanece na sua conta.

Posso comprar mais de uma análise?

Sim. Depois do primeiro cadastro, você pode encomendar quantas quiser com o mesmo login — todas ficam guardadas na sua biblioteca.

Os meus dados estão seguros?

Sim. Os seus dados de nascimento são usados apenas para o cálculo do mapa astral e nunca são compartilhados com terceiros. Os dados do pagamento vão direto para quem cobra — esta página não guarda número de cartão.

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